domingo, 5 de maio de 2013
sexta-feira, 13 de maio de 2011
COLDPLAY ROCK IN RIO 2011
sexta-feira, 28 de maio de 2010
ERA DIGITAL
Encontrei este video que discorre sobre como os indivíduos estão vivendo a era digital. Também retrata a relação dos adolescentes (nossos alunos ) com o mundo virtual. E, nós professores como estamos lidadando com isso???? Bem, como não somos da era do "Rafinha", personagem do vídeo, temos que correr atrás. Sabemos das nossas limitações e dificuldades, mas não podemos ignorar este mundo virtual e nem esta "geração 2.0". Assistam, vale a pena. Serve como subsídio para uma boa discussão, nas nossas escolas.
Não consegui postar o vídeo, deu problema na hora de fazer upload de vídeo. Tentei várias vezes, mas não obtive sucesso. Aí vai o endereço eletrônico:
http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg&eurl=http%3A%2F%2Ftdeduc%2Ezip%2Enet%2F
Não consegui postar o vídeo, deu problema na hora de fazer upload de vídeo. Tentei várias vezes, mas não obtive sucesso. Aí vai o endereço eletrônico:
http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg&eurl=http%3A%2F%2Ftdeduc%2Ezip%2Enet%2F
segunda-feira, 24 de maio de 2010
"Valorização da escrita não se confirmou"
Olá colegas, entre minhas leituras, adoro ler Zero Hora e o interessante é quando fala em educação, em todos os sentidos, tanto de forma presencial como virtual. Em meio ao englomerado de livros e artigos que tenho lido e guardado encontrei e achei interessante mostrar para vocês esse artigo do ZH ESCOLA, 2003, Capa. Que mostra hoje em dia a realidade, o que acontece se o aluno não é dirigido, orientado por profissionais qualificados. Hoje enfim, temos cursos para essa área um deles creio que seja o nosso, se tivessem colocado esses cursos antes, digo pensado no início ajudaria os professores no ensino presencial, sendo que a educação é a interação de todos, sociedade, professores, pais e alunos.
“Valorização da escrita não se confirmou”
Quando a troca de e-mails e o uso de chats e programas de bate-papo virtuais ao vivo se a popularizaram, no final da década passada, especialistas chegaram a mencionar a redenção do uso da língua escrita pelos jovens. Escrever estaria incorporado a rotina de adolescentes estigmatizados como integrantes de uma geração pouco letrada. Crianças e adolescentes têm escrito mais por conta da Internet, mas não exatamente como se imaginava. A língua culta está longe das salas de bate-papo a ponto de causar estranheza caso arrisque uma aproximação. No lugar dela, não está apenas o coloquialismo levado ao extremo, mas um código peculiar, cheio de abreviações e trocas de letras.
- A linguagem da internet privilegia o como se fala, o som das palavras e se simplifica cada vez mais porque está atendendo à necessidade de ser rápida. A comunicação tende a acompanhar o ritmo da sociedade, o ritmo do contexto. Se tenho um minuto para escrever um e-mail, vou fazer o mais rápido possível – diz Beatriz Vargas Dorneles, professora da Faced/UFGS.
A justificativa da educadora repete a argumentação da professora de português Adriane Strey ouve de seus alunos do 3º ano do Ensino Médio no colégio São Judas Tadeu, Porto Alegre.
- Quando eu falo das abreviações, eles dizem: “ professora, mas isso está de acordo com a vida. Tudo tem de ser rápido” – conta ela, que propôs aos estudantes uma relação que trate da língua culta e da língua codificada da internet.
Adriane não determinou a relação entre elas. Quer ver o que os alunos pensam a respeito. Ela demonstra preocupação com a produção textual dos pré-vestibulandos. E acha que o problema se acentua no Ensino Médio, embora seja verificado desde a 5ª e 6ª séries do Ensino Fundamental, como testemunham suas colegas de docência. Um texto da colunista Martha Medeiros, publicado na semana anterior em Zero Hora, foi apresentados aos alunos. Nele, Martha se mostrava indignada com a ausência de vogais nas palavras de chats e e-mails. Segundo ela, “conversas sem sentido” entre “seres abreviados, tal como escrevem”.
Duarte/ZH
“Valorização da escrita não se confirmou”
Quando a troca de e-mails e o uso de chats e programas de bate-papo virtuais ao vivo se a popularizaram, no final da década passada, especialistas chegaram a mencionar a redenção do uso da língua escrita pelos jovens. Escrever estaria incorporado a rotina de adolescentes estigmatizados como integrantes de uma geração pouco letrada. Crianças e adolescentes têm escrito mais por conta da Internet, mas não exatamente como se imaginava. A língua culta está longe das salas de bate-papo a ponto de causar estranheza caso arrisque uma aproximação. No lugar dela, não está apenas o coloquialismo levado ao extremo, mas um código peculiar, cheio de abreviações e trocas de letras.
- A linguagem da internet privilegia o como se fala, o som das palavras e se simplifica cada vez mais porque está atendendo à necessidade de ser rápida. A comunicação tende a acompanhar o ritmo da sociedade, o ritmo do contexto. Se tenho um minuto para escrever um e-mail, vou fazer o mais rápido possível – diz Beatriz Vargas Dorneles, professora da Faced/UFGS.
A justificativa da educadora repete a argumentação da professora de português Adriane Strey ouve de seus alunos do 3º ano do Ensino Médio no colégio São Judas Tadeu, Porto Alegre.
- Quando eu falo das abreviações, eles dizem: “ professora, mas isso está de acordo com a vida. Tudo tem de ser rápido” – conta ela, que propôs aos estudantes uma relação que trate da língua culta e da língua codificada da internet.
Adriane não determinou a relação entre elas. Quer ver o que os alunos pensam a respeito. Ela demonstra preocupação com a produção textual dos pré-vestibulandos. E acha que o problema se acentua no Ensino Médio, embora seja verificado desde a 5ª e 6ª séries do Ensino Fundamental, como testemunham suas colegas de docência. Um texto da colunista Martha Medeiros, publicado na semana anterior em Zero Hora, foi apresentados aos alunos. Nele, Martha se mostrava indignada com a ausência de vogais nas palavras de chats e e-mails. Segundo ela, “conversas sem sentido” entre “seres abreviados, tal como escrevem”.
Duarte/ZH
domingo, 23 de maio de 2010
Interação social
Colegas! Li um artigo no qual o autor se reporta a interação em sala de aula e nos Grupos Sociais fora dela. Destaca a importância de manter boas interações, calcadas no diálogo, no repeito e na cumplicidade, para gerar um melhor entendimento entre as pessoas. A sociedade, na qual estamos inceridos, está extremamente violenta e isso reflete diretamente na escola, por isso é nescessário analisar como estão essas relações sociais. Sugiro a leitura do texto "A interação professor aluno" que se encontra no endereço: www.gestaouniversitaria.com.br/.../169-a-interação-professor-aluno.html-
sábado, 22 de maio de 2010
Redescobrir o prazer de ensinar
As inovações tecnológicas tem mudado a forma de como as pessoas aprendem . Disponibilizamos de maneira fácil, o acesso ás informações. O que lamentavelmente constatamos, é que as escolas não acompanharam tais inovações . Enquanto toda a sociedade passa por transformações as instituições de ensino continuam com velhos paradigmas educacionais. É importante ressaltar que para romper com velhos paradigmas educacionais, não basta equipar as escolas com computadores. É necessário formar profissionais para utilizar essas ferramentas de maneira adequada e dar suporte para que eles “redescubram o prazer de ensinar” .
O ato de ensinar/aprender é complexo. Como educadora entendo, que esse ato vai muito além do computador e do uso que se faz dele em sala de aula. Envolve pessoas ( de forma presencial ou a distância) que pensam, que agem e têm, sobretudo sentimentos. Sobre a perspectiva Dialógica de Paulo Freire, esse envolvimento ou a relação professor- aluno constitui-se num esquema horizontal de respeito e de intercomunicação, ressaltando o diálogo como componente relevante na aprendizagem significativa.
As interações em sala de aula, interferem de forma direta na aprendizagem. A responsabilidade por uma boa ou má educação depende do comprometimento, da dedicação e da responsabilidade dos agentes envolvidos no processo. Não temos receitas prontas. O nosso desafio como educadores é encontrar o caminho.
O ato de ensinar/aprender é complexo. Como educadora entendo, que esse ato vai muito além do computador e do uso que se faz dele em sala de aula. Envolve pessoas ( de forma presencial ou a distância) que pensam, que agem e têm, sobretudo sentimentos. Sobre a perspectiva Dialógica de Paulo Freire, esse envolvimento ou a relação professor- aluno constitui-se num esquema horizontal de respeito e de intercomunicação, ressaltando o diálogo como componente relevante na aprendizagem significativa.
As interações em sala de aula, interferem de forma direta na aprendizagem. A responsabilidade por uma boa ou má educação depende do comprometimento, da dedicação e da responsabilidade dos agentes envolvidos no processo. Não temos receitas prontas. O nosso desafio como educadores é encontrar o caminho.
Redescobrir o prazer de ensinar
As inovações tecnológicas tem mudado a forma de como as pessoas aprendem . Disponibilizamos de maneira fácil, o acesso ás informações. O que lamentavelmente constatamos, é que as escolas não acompanharam tais inovações . Enquanto toda a sociedade passa por transformações as instituições de ensino continuam com velhos paradigmas educacionais. É importante ressaltar que para romper com velhos paradigmas educacionais, não basta equipar as escolas com computadores. É necessário formar profissionais para utilizar essas ferramentas de maneira adequada e dar suporte para que eles “redescubram o prazer de ensinar” .
O ato de ensinar/aprender é complexo. Como educadora entendo, que esse ato vai muito além do computador e do uso que se faz dele em sala de aula. Envolve pessoas ( de forma presencial ou a distância) que pensam, que agem e têm, sobretudo sentimentos. Sobre a perspectiva Dialógica de Paulo Freire, esse envolvimento ou a relação professor- aluno constitui-se num esquema horizontal de respeito e de intercomunicação, ressaltando o diálogo como componente relevante na aprendizagem significativa.
As interações em sala de aula, interferem de forma direta na aprendizagem. A responsabilidade por uma boa ou má educação depende do comprometimento, da dedicação e da responsabilidade dos agentes envolvidos no processo. Não temos receitas prontas. O nosso desafio como educadores é encontrar o caminho.
O ato de ensinar/aprender é complexo. Como educadora entendo, que esse ato vai muito além do computador e do uso que se faz dele em sala de aula. Envolve pessoas ( de forma presencial ou a distância) que pensam, que agem e têm, sobretudo sentimentos. Sobre a perspectiva Dialógica de Paulo Freire, esse envolvimento ou a relação professor- aluno constitui-se num esquema horizontal de respeito e de intercomunicação, ressaltando o diálogo como componente relevante na aprendizagem significativa.
As interações em sala de aula, interferem de forma direta na aprendizagem. A responsabilidade por uma boa ou má educação depende do comprometimento, da dedicação e da responsabilidade dos agentes envolvidos no processo. Não temos receitas prontas. O nosso desafio como educadores é encontrar o caminho.
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